
Loucura!
Uma visão distorcida da realidade.
Mas que realidade? A minha? A sua? A do mundo?
Sim, ouço vozes, vejo coisas.
Tenho amigos e inimigos imaginários.
Muito mais inimigos do que amigos é verdade.
Vivo sozinha no meio de tantas vozes e pessoas.
Vivo sozinha em um mundo que só a mim pertence,
Pois eu o criei.
Vivo querendo morrer, e, no entanto,
Morro a cada dia em que vivo.
Sofro e faço sofrer.
Amparo-me em mãos que quando em crise desconheço.
Brigo, bato, choro...
Faço coisas que não quero fazer.
Minha luta é interna e profunda.
Vivo atormentada pelo medo de nunca mais voltar,
Entretanto, quase sempre quero ficar onde estou,
Inerte em meus movimentos, emudecida em minha voz,
E olhos arregalados olhando pro nada.
Isso que você diz não existir, que,
Entretanto pra mim é tão real como a minha dor.
Dor por só eu ver, só eu ouvir, só eu sentir.
Quantas vezes te olho querendo dizer "Eu te amo Mãe".
Mas as vozes de minha mente me obrigam a calar.
Calar o que de mais puro tenho em meu ser...
O meu Amor por você.
E então me isolo... Calo-me, e me recolho a esse mundo
De armadilhas e medos.
Mundo de solidão no meio de tantas vozes, tantos....tantos.
Sim, isto é loucura!
Loucura pelo medo de viver!
Loucura pelo medo de morrer!
Loucura por só querer PAZ.....PAZ....
(Tania Lacerda).
Uma visão distorcida da realidade.
Mas que realidade? A minha? A sua? A do mundo?
Sim, ouço vozes, vejo coisas.
Tenho amigos e inimigos imaginários.
Muito mais inimigos do que amigos é verdade.
Vivo sozinha no meio de tantas vozes e pessoas.
Vivo sozinha em um mundo que só a mim pertence,
Pois eu o criei.
Vivo querendo morrer, e, no entanto,
Morro a cada dia em que vivo.
Sofro e faço sofrer.
Amparo-me em mãos que quando em crise desconheço.
Brigo, bato, choro...
Faço coisas que não quero fazer.
Minha luta é interna e profunda.
Vivo atormentada pelo medo de nunca mais voltar,
Entretanto, quase sempre quero ficar onde estou,
Inerte em meus movimentos, emudecida em minha voz,
E olhos arregalados olhando pro nada.
Isso que você diz não existir, que,
Entretanto pra mim é tão real como a minha dor.
Dor por só eu ver, só eu ouvir, só eu sentir.
Quantas vezes te olho querendo dizer "Eu te amo Mãe".
Mas as vozes de minha mente me obrigam a calar.
Calar o que de mais puro tenho em meu ser...
O meu Amor por você.
E então me isolo... Calo-me, e me recolho a esse mundo
De armadilhas e medos.
Mundo de solidão no meio de tantas vozes, tantos....tantos.
Sim, isto é loucura!
Loucura pelo medo de viver!
Loucura pelo medo de morrer!
Loucura por só querer PAZ.....PAZ....
(Tania Lacerda).
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